Mas o pouco tempo que tive, deu para reunir mais algumas fotografias.
aqui ficam a memória de homens que passei, anónimos que me chamaram a atenção, pelo misterioso ou pela excentricidade aqui se fixaram.


Num revivalismo da prática fotográfica dos anos 50 e 60, deambulo sobre as ruas e esquinas do porto, fazendo amigos. Guardo os seus momentos, gestos e olhares com um instrumento que revolucionou o olhar sobre o mundo no séc. XIX, mas que me incomoda "lá fora". Quem me dera guarda o que vejo apenas com os olhos. O povo é o meu estimulo e encontro na ternura e na relação directa com o ser humano , a diferença entre o fotojornalismo. exprimo subjectividade. Eu e o Outro.
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