Foi com uma reflexão sobre o Texto de Lúcia Marques presente no Livro "AG PRATA, reflexões periódicas sobre fotografia" que compreendi que é impossível fazer uma trabalho semelhante ao de Victor Palla e Costa Martins.
Eu não sou nem o Costa Martins, nem O Victor Palla, não sou arquitecto, nem designer, O porto não é Lisboa, e em 50 anos muita coisa mudou, principalmente no que toca á relação do Homem com a imagem...
Lúcia Marques no seu texto, coloca um pergunta aparentemente discreta: "Mas que Lisboa é esta, que se dá a ver por Victor Palla e Costa Martins?"
É a Lisboa de Victor Palla e Costa Martins.
Só tenho fixar o Porto Do Hugo Flores, sem procurar signos representativos da cidade.
A cidade que mostro, é a minha cidade
E este é o Senhor António e a sua cadela Cuca, os meus vizinhos da Frente :P
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